SENHORITA L....

SENHORITA M....

SENHOR A...


escrevo em arte minha vida de sangue
posto em pose de feliz
faço sorriso como se fosse morrer daqui a um minuto

SENHORITA L....

SENHORITA M....

SENHOR A...


escrevo em arte minha vida de sangue
posto em pose de feliz
faço sorriso como se fosse morrer daqui a um minuto

ainda senhorita M......

ainda senhorita M......

SENHORITA M....


certas belezas podem ser expressas
fique a vontade para pedir um de vc
farei com muito gosto

SENHORITA M....


certas belezas podem ser expressas
fique a vontade para pedir um de vc
farei com muito gosto

SENHORITA M....

SENHORITA M....

SENHORITA M....

SENHORITA M....




na hora em que os corpos
se encontram
se entregam
se amam...

o tempo para
e tudo fica lá fora
nada mais importa...

só eu e você
e o prazer de amar
completamente
de corpo e alma

(Luna Lua)

na hora em que os corpos
se encontram
se entregam
se amam...

o tempo para
e tudo fica lá fora
nada mais importa...

só eu e você
e o prazer de amar
completamente
de corpo e alma

(Luna Lua)
Sonhos...
(Eduardo Baqueiro)

Hoje acordei feliz, sonhei contigo.
A meu lado, na minha cama.
Rosto de menina mulher,
sem etiquetas, sem pudor.

Minhas mãos passearam pelo teu corpo,
completamente nu.
E, carente, me desejava por completo.
Encostei minha boca na sua
e busquei o gosto da tua língua.

Meu corpo te desejava ,
uma vontade louca de você!
Éramos dois safados,
deliciando-nos um no outro.

Não queria que o momento acabasse,
Até que estivessemos exaustos,
Para então, deitar em seu colo e descansar...

lucca®...
Sonhos...
(Eduardo Baqueiro)

Hoje acordei feliz, sonhei contigo.
A meu lado, na minha cama.
Rosto de menina mulher,
sem etiquetas, sem pudor.

Minhas mãos passearam pelo teu corpo,
completamente nu.
E, carente, me desejava por completo.
Encostei minha boca na sua
e busquei o gosto da tua língua.

Meu corpo te desejava ,
uma vontade louca de você!
Éramos dois safados,
deliciando-nos um no outro.

Não queria que o momento acabasse,
Até que estivessemos exaustos,
Para então, deitar em seu colo e descansar...

lucca®...

Você pode se expandir

minha morte me falou

Não se limite a este deserte

Sofra mais um pouco sofra na floresta, sofra no mar

Sinta o cheiro de teus crimes...

Mas que crimes eu cometi?

Meu deserto não é minha escolha. Ou será?

Será que minhas pernas me renegam por minha vontade?

Será que essas correntes não estão aqui?

Você pode se expandir

minha morte me falou

Não se limite a este deserte

Sofra mais um pouco sofra na floresta, sofra no mar

Sinta o cheiro de teus crimes...

Mas que crimes eu cometi?

Meu deserto não é minha escolha. Ou será?

Será que minhas pernas me renegam por minha vontade?

Será que essas correntes não estão aqui?

Tenho areia em meus olhos, e um silencio em minha boca.

Tenho o desejo de beija La e a certeza de não poder alcançar esse meu desejo

Tenho fome...

Não fome de alimento... Meu estomago esta em letargia frenética... Um frio que me congela nesse calor dos desertos mais mórbidos que eu já estive...

Viver já não é mais meu querer, é sim o meu segredo

Tenho areia em meus olhos, e um silencio em minha boca.

Tenho o desejo de beija La e a certeza de não poder alcançar esse meu desejo

Tenho fome...

Não fome de alimento... Meu estomago esta em letargia frenética... Um frio que me congela nesse calor dos desertos mais mórbidos que eu já estive...

Viver já não é mais meu querer, é sim o meu segredo


É incrível pensar com tanta areia me sufocando, não que meus pensamentos saiam por minha boca...

Mas sim por tanta areia me sufocando, não a mais ar em meus pulmões

Não há mais pulmões para que eu os encha de ar!

A areia já tomou todo o meu corpo, se tornou silencio em meus ouvidos, quase não ouço meu coração à palpitar...

Mas é estranho, pois sinto um perfume de garota no ar, é o perfume daquela que eu um dia amei... será que a morte vem nesse disfarce para me pegar despreparado


É incrível pensar com tanta areia me sufocando, não que meus pensamentos saiam por minha boca...

Mas sim por tanta areia me sufocando, não a mais ar em meus pulmões

Não há mais pulmões para que eu os encha de ar!

A areia já tomou todo o meu corpo, se tornou silencio em meus ouvidos, quase não ouço meu coração à palpitar...

Mas é estranho, pois sinto um perfume de garota no ar, é o perfume daquela que eu um dia amei... será que a morte vem nesse disfarce para me pegar despreparado



Ó deserto de todos os desertos!
Por favor, me responda por que me queres aqui?
Não sou teu filho para que me cultive neste seu imenso ventre, tão pouco sou de areia e vento.
Ó pernas porque não se movem, tira-me desse amontoado e amarguras de sal...
Ó sal suor e saliva que atordoa minha mente num momento tão carente...
- Sal suor e saliva...
Quem me diria que próximo da morte uma mente pudesse pensar nisso?
Acho que me lembro o porquê me jogar nesse deserto!
Acho que já amei pelo menos uma vez nesse deserto
Alguém alem de mim....


Ó deserto de todos os desertos!
Por favor, me responda por que me queres aqui?
Não sou teu filho para que me cultive neste seu imenso ventre, tão pouco sou de areia e vento.
Ó pernas porque não se movem, tira-me desse amontoado e amarguras de sal...
Ó sal suor e saliva que atordoa minha mente num momento tão carente...
- Sal suor e saliva...
Quem me diria que próximo da morte uma mente pudesse pensar nisso?
Acho que me lembro o porquê me jogar nesse deserto!
Acho que já amei pelo menos uma vez nesse deserto
Alguém alem de mim....
Hoje cada vez mais esse imenso deserto parece estar pequeno, já não passam de meus pensamentos, desejos, e sonhos. Limitam-se a mera nau de minha mente.
Esta areia que entra por meus pulmões é como corta todo o meu rosto sangra minhas narinas.
Quanto mais penso que sei quem sou e o que faço no meio desse deserto...
Vem a morte e me dez...
-durma Gabriell!
Gabriell quem por deus é Gabriell?
Quem é esse que me desfaz?
Esse é o nome pelo qual minha mãe não me chamava... Ela me chamava por outro nome, eis que esse tenho que me lembrar.
Mas de que adianta saber quem sou se deste deserto ainda não posso me ausentar?
Gabriell...
Hoje cada vez mais esse imenso deserto parece estar pequeno, já não passam de meus pensamentos, desejos, e sonhos. Limitam-se a mera nau de minha mente.
Esta areia que entra por meus pulmões é como corta todo o meu rosto sangra minhas narinas.
Quanto mais penso que sei quem sou e o que faço no meio desse deserto...
Vem a morte e me dez...
-durma Gabriell!
Gabriell quem por deus é Gabriell?
Quem é esse que me desfaz?
Esse é o nome pelo qual minha mãe não me chamava... Ela me chamava por outro nome, eis que esse tenho que me lembrar.
Mas de que adianta saber quem sou se deste deserto ainda não posso me ausentar?
Gabriell...

Busco em ti minha nova forma de encontrar o mundo, mas não sei quem é você, sei apenas que talvez você não seja eu.
Você alto, amarelo, como a cor deste deserto.
Você que eu olhando para mim buscando em ti o meu eu interior.
Ajude-me a levantar-me e a encontrar um lugar para descansas... Me Leve para alguma sombra.
Eis que olhando para mim mesmo nessa miragem de quem eu fui um dia tento-me levantar, mas eis que assombro meus próprios olhos, pois me nego a sair deste lugar.
Agora me lembro acho que tive um nome... Acho que ouvi a morte me chamar... ela disse Gabriell venha para sua cama.
_durma Gabriell foi o que ela me disse...

Busco em ti minha nova forma de encontrar o mundo, mas não sei quem é você, sei apenas que talvez você não seja eu.
Você alto, amarelo, como a cor deste deserto.
Você que eu olhando para mim buscando em ti o meu eu interior.
Ajude-me a levantar-me e a encontrar um lugar para descansas... Me Leve para alguma sombra.
Eis que olhando para mim mesmo nessa miragem de quem eu fui um dia tento-me levantar, mas eis que assombro meus próprios olhos, pois me nego a sair deste lugar.
Agora me lembro acho que tive um nome... Acho que ouvi a morte me chamar... ela disse Gabriell venha para sua cama.
_durma Gabriell foi o que ela me disse...

Estou deitado no meio do deserto, não tenho mais nada senão areia por todo o meu corpo. Lá bem ao longe já vejo os anjos negros a pairar, urubus, abutres, homes de preto.

Pergunto-me como vim parar nessa duna, e se sou mesmo quem essas areias me dizem que sou. Já não sei bem se é realmente dia ou se já estou vendo alem desse nosso mundo. Tento me levantar, mas não consigo minhas pernas já não tem mais força para meu corpo reerguer.

Veja que belo uma larva sai por minha ferida, os escalpos de minha fronte ardem com o suor que escore por minha testa, e o vento que traz essas areias é tão violento como uma chuva de navalhas.

Sei lá, mas acho que já não estou mais vivo, e já nem me lembro o motivo pelo qual eu me adentrei nesse deserto.

O que são isso em minhas mãos?

Parece que são de metal, acho que são correntes...

Mas se são correntes que pecados eu cometi?

Olha que bela essa é a chuva da noite dos desertos, fria como o coração dos homens. Já cinto em minhas pernas a casa de insetos do deserto... Minha força agora é força para outros sobreviverem a esse deserto imaculado.

Mas quem me serra força? Se já não me agüento em prantos, nem mesmo águas para minhas lagrimas não me restam.

Sádicos moribundos anjos do deserto esperem que minha morte se concretize!

Devorem suas mães!

É incrível, esse mesmo deserto que me cozinhava pela manha agora me congela. Nem ao menos tenho força para fugir enquanto ainda tenho vida.

Se ainda tenho vida!?

Minha vida se ressalva pelos encartes de minha fúnebre história.

O deserto já não é mais tão deserto assim, não tem cheiro, não tem forma, só a dor, dor que já nem sinto. Quem nem sei se sinto, o frio já acabou e o calor deste alvorecer é como brasas em todo o meu ser...


Estou deitado no meio do deserto, não tenho mais nada senão areia por todo o meu corpo. Lá bem ao longe já vejo os anjos negros a pairar, urubus, abutres, homes de preto.

Pergunto-me como vim parar nessa duna, e se sou mesmo quem essas areias me dizem que sou. Já não sei bem se é realmente dia ou se já estou vendo alem desse nosso mundo. Tento me levantar, mas não consigo minhas pernas já não tem mais força para meu corpo reerguer.

Veja que belo uma larva sai por minha ferida, os escalpos de minha fronte ardem com o suor que escore por minha testa, e o vento que traz essas areias é tão violento como uma chuva de navalhas.

Sei lá, mas acho que já não estou mais vivo, e já nem me lembro o motivo pelo qual eu me adentrei nesse deserto.

O que são isso em minhas mãos?

Parece que são de metal, acho que são correntes...

Mas se são correntes que pecados eu cometi?

Olha que bela essa é a chuva da noite dos desertos, fria como o coração dos homens. Já cinto em minhas pernas a casa de insetos do deserto... Minha força agora é força para outros sobreviverem a esse deserto imaculado.

Mas quem me serra força? Se já não me agüento em prantos, nem mesmo águas para minhas lagrimas não me restam.

Sádicos moribundos anjos do deserto esperem que minha morte se concretize!

Devorem suas mães!

É incrível, esse mesmo deserto que me cozinhava pela manha agora me congela. Nem ao menos tenho força para fugir enquanto ainda tenho vida.

Se ainda tenho vida!?

Minha vida se ressalva pelos encartes de minha fúnebre história.

O deserto já não é mais tão deserto assim, não tem cheiro, não tem forma, só a dor, dor que já nem sinto. Quem nem sei se sinto, o frio já acabou e o calor deste alvorecer é como brasas em todo o meu ser...

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